Viabilidade de moradia compartilhada para idosos na cidade de São Paulo
Viabilidade de moradia compartilhada para idosos na cidade de São Paulo
Dissertação de Mestrado
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DOI
Documento
Dissertação de Mestrado
Autor
Nome completo
Amanda Fonseca Oliveira
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Unidade da USP
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)
Área de Concentração
Data de Defesa
2025-09-25
Imprenta
São Paulo, 2025
Orientador
Banca examinadora
Mülfarth, Roberta Consentino Kronka (Presidente)
Júnior, Angelo Salvador Filardo
Barbon, Ângela Luppi
Silva, Hugo Louro
Título em português
Viabilidade de moradia compartilhada para idosos na cidade de São Paulo
Palavras-chave em português
Cohousing; Idosos; Mercado imobiliário; Moradia
Resumo em português
Diante do acelerado envelhecimento populacional no Brasil e da escassez de alternativas habitacionais adequadas para a terceira idade no mercado formal, esta pesquisa de mestrado tem como objetivo investigar a viabilidade da implantação de empreendimentos de moradia compartilhada (cohousing) voltados à população idosa no município de São Paulo. O estudo parte do entendimento de que a manutenção da autonomia, da convivência e da segurança na velhice depende da oferta de soluções residenciais inovadoras, inclusivas e financeiramente viáveis. A partir de uma análise integrada da dinâmica demográfica e socioeconômica da cidade, foram mapeadas as faixas de renda da população idosa, sua distribuição territorial e as condições urbanísticas vigentes. Em paralelo, foram levantados e analisados modelos nacionais e internacionais de moradias colaborativas, com destaque para experiências da Europa e iniciativas incipientes no Brasil.
A pesquisa combinou métodos qualitativos e quantitativos, incluindo estudos de massa, simulações financeiras e cruzamento de dados territoriais com o zoneamento da cidade. Os resultados apontam que o modelo de cohousing pode ser viável para diferentes faixas de renda, desde que adaptado às restrições normativas e culturais locais. Foram identificados entraves institucionais, barreiras legais e dificuldades de financiamento, ao mesmo tempo em que foram propostas diretrizes urbanísticas, econômicas e operacionais para viabilizar a implementação do modelo em áreas compatíveis da cidade.
Conclui-se que, com o engajamento dos diversos agentes envolvidos poder público, iniciativa privada e sociedade civil é possível fomentar uma política habitacional voltada à terceira idade, baseada na diversidade de arranjos espaciais e na promoção do envelhecimento ativo e digno.
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Data de Publicação
2026-01-19
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